quarta-feira, janeiro 16, 2008

"Uma Equipa. Um Texto. Um Blog"

A necessidade de ser educador e disponibilidade de ser educado...

Dia após dia.. vez após vez... existem situações , em que julgamos que alguém ou nós mesmos, não teve em consideração todas as possibilidades e/ou consequências dos seus actos ou pensamentos...
Dia após dia... vez após vez... ocorrem situações que poderiam ser melhoradas...
Dia após dia... vez após vez... existem pessoas condenadas ao encarceramento precoce e em espaço reduzido ou nulo só porque não ousaram
Dia após dia... vez após vez...
O problema é que teimam em não haver outros dias... o problema é que teimam não haver outras vezes...
Existe actualmente uma capacidade de aceitar ser ensinado e um orgulho crescente, por vezes cego e desmesurado de querer ensinar. Onde está, ao fim ao cabo a humildade de escrever a vida num quadro de ardósia, usando giz, e por vezes apagador? Porque é que ela deu origem a petulância de escrever um papel usando caneta, sem quere levantar os olhos e ver que existem correctores?
Há quem diga que só duas pessoas são verdadeiramente felizes... uma criança... e um idoso... será? Ou será que são os únicos que não estão presos ao tabu de assumirem que não sabem, que não dominam, que não conhecem, que não compreendem? Qual é, e porque existe a necessidade de uma parede, fria, incontornável... de pura e simplesmente... deixar-se ensinar... Quanto mais não seja pela criança que ainda acha piada ao ovo kinder ou pelo idoso que vê prazer quando lhe salta a placa...
Podemos melhorar? podemos ousar? podmos aprender?
Nós... em equipa... sabemos que sim... e que no dia em que o orgulho toldar a nossa aprendizagem ou felicidade... seremos também aprendizes... mas da amargura

SUPERIOR I

quarta-feira, dezembro 12, 2007

“Uma equipa. Um texto. Um blog.”

Štěsti
Significa felicidade em checo e é o nome da nossa equipa.
O que pensam quando ouvem esta palavra?
Dias de Sol à beira-rio, sentir que não há idade para ser criança e deixar o mundo girar no meio de risos e abraços? Rosas no cabelo, deixar-se levar e brindar com tampinhas e quem sabe, tentar subir a um poste?
Cada um de nós atribui um significado diferente a esta palavra. O que descrevemos é o que a Nina nos trouxe, os momentos que partilhamos, as reuniões que tivemos cheias de “podes repetir mais devagar” num português com sotaque checo. Momentos para sempre guardados na nossa memória.
Sim Nina, marcaste-nos. Em tão pouco tempo, que soube mesmo a pouco, deste tanto e mudaste tanto. E tu? O que levaste? O que mudou em ti?

“Há nascer, há crescer e há morrer
E em cada chegada um partida
Mas importa que em cada acontecer
Haja sempre um caminho para a vida”

Por toda a felicidade que nos trouxeste, obrigado!